Miss Brasil?!
Como assim, Bial? Deram o prêmio de mulher mais bonita do Brasil pra Natália Anderle.
Que, tá, vai, não é a mais horrorosa do mundo, mas tava longe de ser a mais bonita das 5 finalistas.
A Miss São Paulo era linda demais.

A de Minas era uma das mais bonitas:

E a Miss Goiás, que boneca?

E a graça da Miss Ceará:

Ou seja, entre as cinco que foram pra finalíssima, a Gaúcha era a menos bonita. E levou.

Eu, hein…
Tô aqui ainda…
Não sumi não. Só ando sem assunto.
A programação da TV anda cada dia pior, dificilmente aparece alguma coisa legal pra ver. Eu gosto muito de filmes, mas não suporto a dublagem, então acabo nem assistindo.
Mas ontem estreou “Toma Lá, Dá Cá“. E eu sou fã absurda do programa, da Adriana Esteves e do Miguel. E me divirto, não só com a personagem da Adriana (a Celinha) como com a Copélia (feita pela competente Arlete Salles) e claro, com a Bozena. Porque lá em Pato Branco tem uma empregada que me mata de rir.
E nessa temporada temos um novo personagem: o tão falado Ladir, finalmente apareceu, e interpretado pelo ótimo Ítalo Rossi. Foi uma grande surpresa porque, sinceramente, esse não era um papel em que eu esperaria ver o Ítalo. E ele saiu-se muito bem.
Se quiser ver, ou rever, segue o video abaixo:
Agora que já acabou,
a gente pode falar de política, néam?
Deputados do Piauí questionam vitória de Rafinha
A vitória de Rafinha no BBB 8 está sendo questionada. A Assembléia Legislativa do Piauí, Estado de Gyselle, aprovou proposta do deputado estadual Warton Santos (PMDB) para solicitar à TV Globo explicações sobre a final.
Eles questionam se a regra do BBB determina o prazo de um minuto para o desempate entre Gyselle e Rafinha. A diferença entre eles foi de 0,3%, ou 226.800 votos.
“Não é possível que em mais de 70 milhões de votos exista empate. Estamos aqui para defender a Gyselle de todo jeito”, disse Warton Santos.
A assessoria da Globo afirma que os votos são acompanhados por auditoria interna e que a contagem foi feita dentro das normas do programa, que não prevê empate entre os concorrentes.
Eu li isso no Big Bosta Brasil. E concordo com o que a Tia Ly postou: o Piauí anda tão bem assim pra esses filhos da puta ficarem se preocupando com participante de BBB? Primeiro, o tiozão lá sobe no palanque pra pedir votos pra ela. Ao invés de usar a tribuna pra questionar ou propor coisas mais importantes pro seu estado – hello, tem gente ai passando fome e SEDE, perceberam? – usa pra pedir votos pra uma participante do BBB que mora no MARANHÃO. Ainda desfazendo do outro usando do argumento que ele é paulista. Agora vem esse bando aprovar uma solicitação à TV Globo pra explicar porque a garota perdeu?
Tenha santa paciência… tanta coisa mais importante pra questionar a Dona Globo, e vocês ficam preocupados com seus 5 minutinhos de fama. Quem se inscreveu no BBB foi a dona XL, viu?
Se bem que faz tempo isso já era piada pronta…
E no blog do Rafa…
Parabéns, Rafinha…
pela vitória merecida e pelo record de votos.
Parabéns, Marcelo, por ter sido a estrela do programa, o salvador dos editores, o fanfarrão da casa.
Parabéns, Marcão e Nati, por terem saído com empates técnicos com a finalista.
Parabéns, Jack, Juliana e Gyselle, por suas belezas lindas.
Parabéns, Thalita e Bianca, por terem tido a gentileza de sairem logo do programa e nos poupado de suas conversas.
Parabéns, Galego, Alê e Felipe, por serem tão gente boas (pena que apareceram pouco).
Parabéns, Thaty, por trazer o espírito do Chaves com turma da Mônica ao BBB8.
Parabéns, Fernando, por servir de inspiração para esculacho da direção.
Parabéns, Boninho, pelo sucesso do programa, mesmo com um elenco tão limitado.
Parabéns, Agustinho, pela medalha Pedro Ernesto (vejam na internet).
Parabéns, Terra, pela enquete sobre o vencedor ter apenas 7 pontos de erro (Gyselle 57% x Rafinha 43%)
Parabéns, UOl, pelo resultado preciso da enquete, menos de 1 ponto de erro (Gyselle 49% x Rafinha 51%)
Parabéns pra você, que votou na planta mas não conseguiu. Quem sabe no próximo reallity
HAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAHAH
Tinha que ser coisa dele, mesmo!
E a edição, hein?
Finalzinho de BBB, e eu Thalitei. Chorei até com um olho só. Deve ter sido a convivência com o emo, sabe como é?
Só eu gostei do BBB Oscar?
Pôxa, morri de rir com o Fernando dizendo ter sido ELE a revelação (afinal, quem saiu com capa de revista, hein? hein?). Adorei a Thati ter aparecido AOS BERROS como ela fazia na casa. Adorei a homenagem ao Doutor (com apresentação da Thalita) e adorei ele ter entregue o prêmio de melhor atriz à ela. Aliás, rachei de rir com ele jogando a ficha com o nome dela de lado. (E a vencedora éeee… Thalita.)
Diva então, sucesso total. Foi ovacionada pela platéia, e só me deu mais pena ainda dela não estar na final. Era ela ali, tinha que ter sido ela. Sucesso, Diva!
Vocês repararam que na edição hoje mal apareceu a XL? Hein? Hein?
Aliás, apareceu sim, quando ela deu um toco no Doutor. E era disso que eu falava: ela não aparecia nos momentos-chave do programa. O próprio Bial lembrou de uma cena dela comendo sozinha no quarto, quando os outros 3 estavam comendo na cozinha. Uma coisa totalmente desnecessaria, pra depois dizer que foi deixada de lado. Mentira, né, Gy? Você chegou a fazer complô com as meninas, ficou com essa frescura de se isolar quando saiu pro barracão do Salgueiro, que a gente bem lembra.
A cena memorável será Gy saindo pela porta, Naty e Marcão esperando (e desviando) por Rafinha, e ao despontar do Emuxo, TODOS os ex-brothers indo em direção a ele. Isso, sinceramente, eu nunca vi em nenhuma outra edição. E é claro que isso é porque ela não fez nenhum amigo verdadeiro ali, não cativou ninguém.
Não gosto dessas coisas de gente sendo deixada propositalmente de lado. Eu cheguei a ficar com pena da Gy, depois do programa da Ana Maria, quando ela disse que ninguém desejava boa sorte a ela. Mas a gente colhe tudo aquilo que planta, e se ela quis se afastar de todos – com grosseria muitas vezes – é claro que vai receber de volta. Talvez na mesma intensidade, talvez mais branda, mas vai receber…
Mas uma coisa que eu gostei foi ver o Francês dilícia na platéia. Que bom que a dona Gyzelda (como chama a mãe da XL mesmo?) colocou o garoto pra receber a namorada. Que sejam felizes, que ela o trate bem, ele parece ser muito bonzinho e apaixonado MESMO.
Como eu falei, agora vira a página, passa a régua, e esperemos pelo outro.
Não vou falar de manipulação, roubalheira e etc, porque isso vem sendo dito há ANOS, mas alguns só se tocam quando atinge o seu queridinho. A única coisa que eu digo é: se roubaram a Gy, a culpa foi de quem torceu pra ela. Porque: acessoria de imprensa antes de entrar na casa contando com o ovo no cu da berenice, Lan House aberta 24hrs, deputado pedindo voto em palanque, blogueiros disponibilizando “VotaGy” pra deixar ligado e disparar a votação à vontade… e a madame dormindo 24 hrs, não podia ter outro resultado, né?
Ano que vem tem mais. E os comentaristas que se odiaram esse ano podem estar na mesma torcida ano que vem, se matando de votar, xingando Bial e Boninho. Tudo rigorosamente igual…
Parabéns, Rafinha!

Alivio e alegria por você ter ganho. Chega de come-dorme ganhando o BBB!
Agora corre atras do teu sonho, da mesma forma que você correu atrás desse milhão que te perseguiu desde o começo!
Boa sorte, filhote de tucano!
Então, fecha a tampa!

Eu, me dou por satisfeita de não ter gasto meu tempo votando em um paredão sequer, e mais por satisfeita ainda de não ter comprado mais uma personagem que a nave mãe quis nos enfiar goela abaixo. Porque eu acredito que a Gyselle era SIM a candidata da produção, uma candidata que não deu certo e nem eles sabem porque. Mas que veio totalmente praparada, com um apoio de fora antes mesmo do jogo começar. Apoio de blogueiros, com acessoria de imprensa e politicagem rolando solta à favor da garota. A Globo se arrependeu de tê-la escolhido, mas era ela sim.
Agora acabou, e quem tinha que escolher seus vencedores já o fez. E o meu é um filhote de tucano com cara de emuxo, sorriso de abóbora, e que JOGOU o Big Brother. Aquele que esteve em todas, que interagiu com todos, que deu espaço pra todos (até Felipe aparecia quando Rafinha estava na área), que deixava o povo jogar e usava o jogo de todos pra si. O que não teve medo de mostrar seus defeitos, que não precisou de truculência pra derrotar o sabichão gorducho, que dormiu muito também mas acordava pra cuspir (não necessariamente na cara dos outros). O garoto dotado de sorte, senso de oportunidade, leitura de jogo e intuição. Rafinha não está na final por acaso, ele construiu LÁ DENTRO do programa a sua estadia – e não fora dele, antes de entrar, com mega-aparatos.
A melhor parceira de Rafinha nessa final seria Natália. Não deu, infelizmente. Então, que vença o melhor. Nesse caso, o que realmente MERECEU estar na final.
Valeu Rafinha!
As melhores (ou piores) jogadas
Esse BBB, no quesito jogo, foi muito fraco. O pessoal se escondeu muito, atrás de uma colônia de férias, atrás de amizades, ou atrás de um edredon – dormindo, óbvio – pra fugir da maioria dos confrontos.
Tivemos um médico – jogador, que fique claro – maluco que surtou, resolveu enfrentar todo mundo, pesou na mão e foi defenestrado depois de me fazer passar muita raiva. Gosto de jogo sim, mas não gosto de gente doida e, principalmente, maldosa.
Ainda assim, houveram boas jogadas. Pro bem ou pro mal, mas houveram.
Logo no inicio do jogo, Dr. Marcelo achou que colocaria todo mundo no bolso. E poderia ter feito isso, se não tivesse surtado e não se achasse demais, não fosse tão vaidoso e ególatra. Ele assumiu a Gy como sua protegida no claro papel de protetor da menina rendeirinha – papel que eu acho que Gy está fazendo lá, não acho que ela seja essa coitadinha excluida e rendeirinha que não consegue se enturmar com ninguém. Marcelo foi de brother em brother contando o seu segredo a eles, com a clara intenção de captá-los como quem diz: “Olha, eu confiei meu segredo a você então nós temos uma aliança, entendeu?” A jogada, ali dentro, é boa caso ninguém perceba. Aqui pra fora é um desastre, porque todo mundo notou o que ele tava fazendo. Ele só não contava que ali alguém tinha percebido. E ai vem outra boa jogada:
Rafinha já havia alertado Gy que ela deveria se enturmar. Isso BEM antes dela ser anjo, pra ficar claro. A cena inclusive passou na edição de ontem, o alerta dele que se isolar seria motivo certo de voto. Como foi, duas vezes seguidas. No dia anterior ao anjo, durante a festa, Rafinha alerta XL que ela tinha um anjo na mão que poderia ser sua benção e ao mesmo tempo sua maldição, porque dependendo da pessoa pra quem ela desse, ela poderia ficar em maus lençóis. Rafinha dessa forma ganhou a confiança de Gy e derrubou a máscara do Marcelo, que se enfureceu ao ser preterido por Gy e guardou a “traição” até o final.
Rafinha aliás, foi protagonista de boas jogadas nesse BBB, e não à tôa está na final. Lembremos:
- Recebeu do Big Fone o direito de premiar um brother com um show do Rei num cruzeiro. Podia ter feito média com qualquer amigo, que não seria feio. Mas neutralizou seu “inimigo” Marcelo, dando a ele o show, e deixando Marcelo sem jeito de continuar metendo a boca no rapaz sem parecer mal agradecido.
- Recebeu do Marcelo o impedimento de ser auto-imune pelo último anjo, mas antes de saber disso, foi convocado por Bial a dar sua decisão. Rafinha sequer pestanejou, deu o anjo à Gys (a protegendo assim de ir ao paredão com Marcelo, paredão esse que era totalmente provável) praticamente se colocando no lugar. Diferente do Marcos, que foi bananão ao dar o colar ao Rafinha pra fugir da polêmica e poder acabar no paredão, Rafinha chamou o jogo pra si.
- Na última jogada, novamente o Big Fone lhe deu direito de presentear um brother com um carro. Rafinha aqui tinha duas opções: dar o carro ao Marcos (num Big Fone que foi feito claramente pra premiar o Brother que sairia de mãos abanando) ou devolver o carro à Gyselle, que lhe presenteou no início com um anjo motorizado. Rafinha optou por quitar qualquer obrigação que tinha com Gy, e por mais que as pessoas esperneiem dizendo que ele teria que ter dado o carro a “sua mãe” ali dentro, vale lembrar que Marcos, em um dos seus ataques de Salsicha, botou Rafinha contra a parede dizendo que pra ele uma amizade valia mais que um carro, e colocou essa bola do “Rafinha-deve-um-carro-pra-Gy” em jogo. Rafinha só pegou a bola e chutou a gol.
Marcelo sabia muito bem como jogar. Usou seu blog como nenhum outro brother fez antes: uma historinha fictícia de adivinhação, cada dia um capítulo, fazendo o povo ter vontade de deixá-lo só pra ver onde isso ia dar. Claro que não foi perfeito ali também, afinal ele não sabia brincar, falou mal de todo mundo e se excluiu da brincadeira, sem crítica alguma. Foi feinho também ele insinuar ali que Thaty era gay e que deveria sair do armário, afinal ele levou mais de 30 anos pra sair do seu, como querer que uma moleca saia à força?
Outra coisa que Marcelo sabia fazer muito bem era ouvir bem seus opositores, guardar a maioria das informações que obtinha e usar no momento certo. Sempre soltava das suas em seus embates, seja com outros brothers ou em seus ataques de pelanca pras câmeras. Pescava as dicas do Bial e jogava pro público, ora se fazendo de justiceiro, ora de coitadinho. E daria certo, se soubesse dosar. Em sua última cartada, tentando desestabilizar Rafinha com o papo de perdão, histórinha de pai e etc… levou uma lavada do garoto, que emocionou muita gente com seu choro sentido de quem finalmente tinha acertado os ponteiros com alguém que ele snão tinha procurado briga.
Marcelo teria jogado bem, se fosse uma pessoa mentalmente saudável.
Juliana tambem deu uma bola dentro. Tanto lá dentro quanto aqui fora, visto que ela acabou ganhando muitos simpatizantes por conta disso. Depois de tomar duas bordoadas seguidas (com as eliminações sequentes de “seus homens” Galego e Alê), Dona Juju viu que ela não era a última bolacha do pacote e nem que a Jaque não havia sido eliminada porque falou mal dela. Resolveu botar a mocinha recatada dentro da gaveta, e se mostrar um pouco mais. E apesar de chatinha, ela se mostrou cooperativa (dormiu no relento, fez comida, lavou louça) sem reclamar. E ao atender o Big Fone, deu a cartada final pra mudar a impressão que a casa tinha dela. Juju tinha o direito de escolher entre libertar Naty e Marcão do castigo do anjo, se colocando no lugar deles por algumas horinhas durante a festa OU receber um telefonema de alguém da família. Optando pelo primeiro, se castigando pra libertar o sofrimento dos colegas, ganhou a confiança do pessoal ali dentro e fechou a sua turminha. Ponto pra ela.
Ao contrário desses, Marcos e Thaty só embarcaram em jogadas furadas.
Marcão foi anjo na terceira semana. Seu amigo tinha perdido a liderança e estava com o pescoço à prêmio, assim como sua “amada”. A líder, pra seu azar, era Thalita que estava estranhando ele desde a prova quando pediu a todos que prometessem não votar nela caso ela desistisse e Marcão havia sido o único a negar isso. Temend ir ao paredão, optou por imunizar Rafinha – que não corria perigo algum – a ter que optar por Alê, Thati ou se ver no paredão. O resultado disso é que Alê enfrentou Thati e foi eliminado.
Mais pra frente, Rafinha era líder e tinha por opção de voto escolher aqueles que nunca haviam ido ao paredão. Juliana e Marcão não haviam ido ao paredão ainda, e Marcão resolveu passar a noite de sábado inteira pentelhando o ouvido de todos com a lenga-lenga de que era amigo do Rafinha e que estava sendo trocado por um carro (porque Gy poderia ser votada pelo emo, e não era por conta da tal dívida de gratidão). Marcos jogou isso até mesmo pro emo, que claramente não gostou, mas não o indicou. Mas a jogada do Marcos refletiu tempos depois, quando Rafinha preferiu pagar a tal dívida com Gy, e Marcão ficou de mãos abanando.
Enquanto Marcos se perdia por ser medroso, Thati tentava fazer média e só se ferrava. Na sétima semana, foi anjo e atendeu ao Big Fone. Nesse, ela tinha o poder de vetar a escolha do líder ou a escolha do anjo. Mas como ela era anjo, só restava vetar o líder e por isso sua escolha tinha que ser bem feita caso ela quisesse mesmo cumprir a palavra de proteger Ju e Nathy. Na cabeça dela, o líder (que tinha voto declarado em Felipe) não seria vetado, ela vetaria sua própria decisão porque sabia que Ju não teria votos pela casa e salvaria ambas. É uma cabeça-oca mesmo… Foi obrigada a vetar o voto do líder, que acabou mandando Natália pro pau, foi junto com ela, e só se livrou porque Felipe estava no mesmo paredão.
Já na nona semana, novamente foi tentar fazer média. Seu voto era certo em Rafinha, que ao “abrir mão” da imunidade pra dar o colar pra Gy – lembrem-se que ele não sabia que não poderia receber o colar – ela resolveu votar no Marcelo. Oras, todo mundo sabia que a primeira opção de voto dela era realmente no Marcelo, ela só quis fazer media pra não pagar de rancorosa. No final, foi obrigada a desempatar e mandar Rafinha pro paredão da mesma forma.
Outra péssima jogada de Thaty, essa confessada já fora da casa, foi usar a aura homossexual que ela tinha numa jogada meio ridícula junto com a homossexualidade (??) assumida do Marcelo. Aqui fora ela disse que, se ela fizesse sucesso na comunidade gay, ela teria apoio (claramente se baseando na vitória do Jean Willyssysys). Não deu certo, porque ela nem teve apoio da comunidade gay, passou pelo julgamento do povo como o “Juninho que não queria sair do armário” e foi ridicularizada até mesmo pelo Marcelo.
Que beleza…
Claro que houveram outras jogadas.
Como Thalita usando a “popularidade” de Gy a seu favor, se auto-proclamando protetora da mesma. Ou usando Fernando pra se sobressair em cima do Marcelo, queimar os dois e sair como mártir da briga dos barbudos.
Marcelo, depedendo do vento que soprava, hora era gay, hora Bi, hora Pan sexual… terminou o programa como o hétero apaixonado pela cajuina malvada (ta-di-nho dele, seu Menezes!)
Gy que soube dizer aos dois que era auto-suficiente e que não precisava da proteção de ninguém, que se bastava sozinha (só esquecendo que na final podia ter ficado com outro que não o Rafinha, e ai ela ia realmente ter que se ver sozinha).
Mas as citadas lá em cima tiveram destaque ao meu ver, e por isso foram citadas.
Tá acabando, né?

Como eu sempre faço, mas dessa vez aqui e não nos coments por ai afora (ou no Lua que, curiosamente depois de 4 anos não frequentei como comentarista nessa edição), vou deixar dois posts: minha impressão sobre os participantes depois desses 3 meses, e os momentos de destaque.
Por enquanto sem ilustração, preguiça de buscar fotos deles.
Alexandre: Eu até agora não consigo entender o porque desse moço ter saído tão cedo do BBB. Tenho por mim que a torcida insandecida da Gys quis fazer justiça aonde não devia, defenestrando da casa o namoradinho de Dona Juju. Mas foi totalmente injusto, porque ao lado dele no paredão estava a menina Biônica, mega-rejeitada por todo mundo. Alê no programa foi tranquilo, até meio bocó no namorico dele com Dona Juju, mas que rendeu boas cenas como as da Rádio Pinel. Entre tantos chatos, achei que ele saiu cedo demais.
Bianca: A Bianca me ganhou na apresentação do Video Show, quando a Sara entrava nos quartos dos Brothers pra entrevistá-los. E me perdeu ainda na primeira semana, quando sua atitude ali dentro não combinou com a estampa proposta. Bial definiu bem a garota quando saiu: porcelana. Toda pintadinha, mas que parecia prestes a quebrar a qualquer momento. Já aqui do lado de fora, voltou a ser bocuda e polêmica. Mas aqui fora nem me interessa, né Bianca? Humpft…
Fernando: Fernando é gente boa. Bem educado, apesar de machista. Mas chato pra dedéu. Reclamava de tudo, queria tudo na boquinha, na mãozinha, desencaminhou nossa Diva. Tinha toda a razão do mundo na briga com Marcelo, mas se perdeu na sua própria chatice depois da briga, inclusive querendo que Nathália virasse a cara pro maluco por conta de disso. Natália, sinceramente, teve até muita paciência com ele.
Jaqueline: Chatiiinha de doer. Mas que falava as coisas independente de quem doesse, e o melhor, falava contra a manipulação Bonesca – que hoje muitos vêm que não é somente choro de perdedor. Quando foi indicada ao paredão, lamentei por ser logo na primeira semana, porque sabia que ela podia render um pouco mais de polêmica na casa. Com tanta gente chata e que não rendeu nada, ela podia ter botado um pouquinho mais de pimenta. Por mais uma semaninha só, porque… como era chata!
Juliana: A enjoadinha do BBB teve um ponto a seu favor: conseguiu reverter dentro da casa – e até mesmo fora dela – toda uma rejeição por conta do personagem torto que ela montou ao entrar na casa, a mocinha pura, virginal e sem jeito com rapazes. Juliana chegou arrebatando corações masculinos na casa, mas parecia querer cozinhá-los em fogo brando. Vinha também com um discursinho de mocinha casta e carinha de enjôo de tudo que cansava a gente que assistia, e os brothers que conviviam. Até que levou uma chulapada do povo, com a eliminação de seus homens, e acordou pra vida. Passou a interagir mais, entrou na brincadeira, engatou um pega-não-pega com Rafinha mais animador que seu romance com Alê e saiu num paredão apertadíssimo (e injustíssimo) contra dois fortes candidatos. A menina conquistou não só a minha simpatia como a de muitos brothers lá dentro. Muito bom de se ver!
Luis Felipe: O Negão tem a sua essência genuinamente boa. Garoto bem educado, amigo, sincero… bonzinho mesmo! Mas pra BBB, chatinho demais. Digo, não chato, mas… chato. Ao se comentar sobre o programa, a gente nem lembrava dele. E não porque não se gostava dele, mas porque não tinha o que falar. Ele não se posicionava, não tinha opinião sobre nada, só apareceu em duas oportunidades: na eliminação de Thalita e quando reclamou com Thati e sua predileção na prova da caixa. Demorou bastante pra sair da casa, depois ainda de pessoas que podiam render mais pra gente, o público.
Marcelo: Marcelo, como bem li por um dos blogs há um tempinho, agia como Jigsaw dos “Jogos Mortais”, colocando os outros em situação limite pra que sejam pessoas melhores. Eu sempre assumi que gosto de jogo, mas eu acredito que mesmo esse pessoal Robert que se inscreve num programa desses merece um pouco menos de maluquice. Marcelo, pra mim, foi o pior participante e o mais detestável de todas as edições. Mesmo tendo sido o destaque, mesmo estando em todas as bocas, mesmo sendo o único a me fazer detestá-lo. Marcelo apontava nos outros tudo o que ele era. Chamou Rafinha de ardiloso, quando ele entrou no programa com uma jogadinha pronta de sair do armário, proteger a excluida, e se fazer de amigo dos outros pra depois usar tudo o que sabia contra seus oponentes. Chamou Gys e Thalita de falsas, quando ele mesmo parecia uma moeda de R$2,50. Chamou Fernando de mimado, quando o mimado da vez era ele mesmo que sequer podia ser votado. Chamou Nathy de egoísta quando ele queria ser colocado por ela em primeiro depois de ter mandado a loira duas vezes ao paredão, queria forçar Thati a sair do armário quando ele mesmo não mostrava muita certeza sobre sua sexualidade. Enfim, um sujeito detestável.
Marcos: Cansativo, mas extremamente bondoso. Banana, mas romântico e carinhoso. Forçado, mas amigo pra quase todas as horas. Esse foi Marcos, que a princípio me enganou, mas que acabou me convencendo. Eu achava que ele era máscara pura, afinal quem consegue ser bobo alegre 100% do seu tempo? Pois é, ele consegue. Forçava um pouco nas brincadeiras, parecia que tinha sempre 8 anos, mas foi bom caráter, amigo, parceiro, e emocionante, mesmo sendo um medroso de marca maior.
Natália: A Diva-mor, alento daqueles que acham que ser bonzinho e politicamente correto o tempo inteiro no BBB não está com nada. Natália teve minha torcida desde o inicio. Encheu a cara, falou besteira, mostrou a calcinha, deixou o namorado chato falando sozinho, chorou baldes e me fez chorar junto, riu de monte e me fez rir junto, dançou demais, puxou saco de líder e de anjo, falou tudo o que tinha vontade, fez complô e não roeu a corda, bateu de frente com Marcelo, viveu o BBB sem posar de santa, e saiu em um terceiro lugar quando todos imaginavam que o perfil dela seria pra sair logo no primeiro paredão que enfrentasse.
Rafael Galego; Lindo. Culto. Educado. Ranzinza. Correto. Pra casar. Mas sem perfil pra BBB. O rapaz tinha a pachorra de passar duas horas LENDO ao invés de interagir com o restante da casa. Não dá, assim não dá. Não teve tempo pra mostrar muita coisa, afinal saiu na segunda semana, mas o tempo todo que esteve na casa só serviu pra dar um toco na Cuca e se interessar pela Dona Juju. Muito pouco pra um BBB.
Thalita: Ardida como pimenta, sardenta e ruiva. A mulher entrou prometendo tacar fogo no jogo. E eu cansei dela. Thatá era muito teatral, e muto egocêntrica. Tudo girava sobre ela, tudo era ela, os brothers saiam da casa e ela chorava porque o Bial falava dela, fez complô e roeu a corda porque ela ia ser mau vista. Tanto eu, eu, eu, eu cansou. Tentou usar da popularidade da Gyselle (assim como o Doutor o fez), choramingou na prova do líder fazendo os demais prometerem não votar nela caso ela desistisse, mas votou no Alê mesmo ele tendo prometido não votar nela, chorou as tampas sem motivo algum. Minha gota d’agua foi o joguinho baixo que ela fez falando mal do Marcelo pro Fernando, incitando o rapaz a partir pra cima do Doutor. Achei feio, desnecessário, e cansativo. Mais pro final do programa, ela fez falta, principalmente pra mandar o Doutor às favas. Mas foi muito over, e pagou por isso.
Thati Bione: Me dá preguiça de falar nela. Não acho que ela seja ruim, má pessoa, falsa, como muitos apregoam. Mas foi chata demais, pelo amor… Mesmo quando ela nao estava na tela, a gente tinha a presença dela porque ela falava alto, cantava alto, se fazia presente em todos os cômodos, era intrusiva e canastrona. E ainda falou mal de Alberto e Aírton, e depois teve que aguentar Bial cutucando e a edição queimando geral por conta de sua “suposta” preferência sexual. Acho realmente que ela seja moleca, acho realmente que ela seja boazinha, mas também acho realmente que quem convive com ela no dia-a-dia deve sofrer com tanto barulho, papagaiação e falatório. O que mais me impressiona é que todo mundo reclamava da guria, mas ela passou por TRÊS paredões e só saiu quando enfrentou a Gys num paredão apertadíssimo! Alguém explica?!
E os finalistas:
Gyselle: Gys é mais uma samambaia popular que passou pelo BBB. Ficou o programa inteiro na horizontal, se isolando dos demais, e dessa forma chegou à final.
A Gy podia mostrar muito mais do que mostrou, e me deixa frustrada por causa disso. A Gy das festas é extremamente agradável, alegre, engraçada, falante, sensual. A Gy do dia-a-dia é calada, dorminhoca, porca, e grossa. Gy nos trouxe bons momentos, como os tocos que dava no Dr Marcelo (e seu afastamento dele, ao meu ver correto e que não seria mal visto se não tivesse sido feito numa pré-eliminação) e suas breves presenças nas festas (já que ia dormir sempre antes de todo mundo, sabe-se lá porque já que ela adora música e era sempre a que mais dançava quando estavam todos juntos), e péssimos momentos (como a volta com o Doutor, que até agora nada foi comprovado que tenha sido armação da produção ou interesse dela mesmo), seu isolamento total dos outros participantes e sua grosseria.
Gys vendeu um personagem que eu não comprei, a da menina sufrida e excluída. Uma pena. Mas tem sorte, de ter arrebanhado uma torcida que acredita ainda em seu desabrochar, ou que consegue ler alguma coisa nos “olhos que falam”, mas que a mim não dizem nada.
Rafinha: O Emo do programa enjoou em sua trajetória, mas mostrou ser merecedor de estar na final. Soube jogar com as câmeras, soube interagir com todos, foi o polo opositor do Doutor Marcelo e buscou resolver seus problemas com ele, teve jogadas chave em suas mãos e em todas elas não desperdiçou – como o cruzeiro do Rei e o carro da Gys. Assim como Gyselle, conta com a antipatia do apresentador do programa, e com isso vemos nessa final dois azarões (do ponto de vista da produção).
Por toda a trajetória dos dois, hoje eu sou Rafinha. Ele não se furtou a aprender, a encarar seus desafetos com humildade (que pra muitos aqui é sinônimo de covardia), a mudar de postura quando achou que estava errando na mão. Errou sim durante o programa, foi machista, foi preguiçoso, foi guloso. Mas nos deu bem mais que a Gys, na minha visão.
No fritar dos ovos, esse BBB foi fraco. Mas ainda assim não conseguiu bater o BBB6, onde contava com o pior elenco, o mais brochante de todos os tempos e que contou com a pobrinha samambaia como vencedora. Nesse BBB fica de positivo:
- Torcedores vindos de brothers protegidos pelas edições em outros anos sentiram na pele esse ano o que a gente sempre vinha berrando (no meu caso, desde o BBB4): Boninho é um descarado que usa e abusa da imagem dos brothers pra ganhar um pouco mais de audiencia e um caminhão a mais de votos, page views e dinheirinho. Lembrem-se disso nos próximos anos antes de dizer que esse tipo de reclamação é “choro de perdedor”.
- Apesar de odiável, Marcelo voltou de dois paredões. Apesar de galinhona, Natália chegou a um terceiro lugar. Pra terminar excelente, só faltaria a samambaia ter saido antes ou não faturar o programa, mas ai seria perfeito demais. Isso anima pras próximas edições, onde o pessoal não precisaria se segurar tanto sabendo que pode agradar sendo que é.
- Bial diminuiu MUITO o tom. Ainda persegue seus desafetos, como fez com Alexandre, Marcos, Gyselle e Rafinha, ainda mostra sua predileção como fez com Marcelo. Mas em vista de anos anteriores, onde era mais descarado ainda, melhorou bastante.
Esperemos a seleção do próximo ano, e que seja bem mais rica que essa. Porque gente legal é bom de se ver, mas é muito melhor gente interessante.