Quem é você na noite?

A TV como a gente vê

E lá se foi a Nathy

E com a “Diva”, novamente, a minha esperança de um BBB justo.

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Sim, porque BBB pra mim nunca foi “Porta da Esperança”, aquele lugar onde você premia o mais “sufrido”, o mais “de coração bão”. E, principalmente, não é o lugar pra se premiar o que mais se esconde.

Não posso reclamar demais porque não votei nesse paredão. Mesmo simpatizando com a Nathy desde o inicio do programa, não animei em parar e votar pra ela ficar. Simplesmente, deixei o povo se matar e torci pra que, finalmente esse ano, o povo aprendesse a votar.

Mas qual o que? Se já estamos na oitava edição e Cidas e Maras já foram premiadas, porque não uma Gyselle, não é mesmo?

Hoje eu fui chamada de “odiadora da Gyselle”. E achei engraçado porque pra você odiar alguém, esse alguém tem que fazer por onde. Se uma pessoa é nula (em matéria de diversão e emoção), como odiar? Gy só me fez sentir algo uma vez – uma única vez em três meses – nesse programa: quando achou que sairia no paredão contra Thaty Bione. O choro sentido da moça foi bonito de ver. Mas sua trajetória no programa foi nula. Totalmente apagada, e isso tudo por opção dela, que preferiu se esconder pra não cair em contradição a nos mostrar quem é realmente Gyselle Soares.

Por isso hoje, minha torcida foi pra Nathália. Naty era uma moça bajuladora, puxa saco, desbocada, sem noção, cachorra, mas extremamente verdadeira. Não se furtou um minuto sequer de viver o programa. Em um programa de convivência, fez questão de conviver com todo mundo – chegando a brigar com o namorado quando esse tentou impedi-la de falar com Dr. Jekyl. Chorou, brigou, fez complô e não roeu a corda, amou, se esfregou, riu, cantou, dançou, emocionou. Em um elenco fraco de emoção, de diversão, de jogatina, Nathy foi o destaque.

O que dizer de alguém que fala, em sua saída: “Eu tô feliz! A diferença foi pouca, o povo gosta de mim…”

Gosta sim, Nathy! Boa sorte onde você for.


E agora, na final, a Gyselle ganha. Porque o meu tremendo pé-frio pra jogadores de BBB está torcendo pro Rafinha. Vamos ver se a bunda virada pra lua dele anula o meu pé de iceberg.

Março 24, 2008 Publicado por Luciana F. | BBB | | Sem comentários ainda

Então, né…

Existe alguma coisa mais estranha do que começar um blog falando sobre BBB no primeiro dos últimos dias do programa? Bem, até existe, mas deixa pra lá.

Hoje eu acabei me sentindo meio frustrada. Frustrada porque eu gosto de comentar sobre o BBB, trocar idéias, torcidas, falar a respeito do programa. Nem que seja pra reclamar de um, ou elogiar o outro. Mas a truculência existente esse ano foi pra acabar com qualquer boa vontade. A coisa funciona assim: se o blog “A” é de alguém torcedora da fulana “A”, então você que é torcedora da fulana “B” não é bem vindo a comentar ali. Mesmo que você visite ali todos os dias.

Já que eu tenho que falar comigo mesma, então… abro o meu. Aqui eu posso falar comigo mesma, sem ter que ficar pedindo permissão pra ter favoritos ou não.

Agora… porque “na noite”?
Você conhece a expressão “Quem é você na noite?” É mais ou menos assim: sujeito chega falando com você a respeito de algo, e você nem sabe quem é o sujeito. Chegou na janelinha, sentou e quis dar palpite.
Tem expressão que define melhor esse blog, e o momento no qual ele surge? Acho que não, né?

Março 24, 2008 Publicado por Luciana F. | Na Noite | | Sem comentários ainda