A Ana Maria Braga não pode…
E depois não sabemos porque o Brasil tá desse jeito.
Manipulação global?
Sabe que muitas vezes eu tenho vontade de rir, gargalhar, ao ficar lendo comentários pelos blogs afora. Porque pimenta só é boa quando é no c* dos outros.
E sabe, os fãs geralmente são iguais, torcem pros mesmos perfis ano após ano. Eu vejo isso porque, comentando por ai afora, sempre batem os meus preferidos com os preferidos de outras pessoas que torceram pros mesmos brothers em anos anteriores. Seguindo a minha linha de raciocínio:
Eu não lembro da netbbb antes do BBB4. E no BBB4 eu só lembro do Tevescópio, e isso porque a Dona Lupa era amiga da tia do Dourado (que tinha a minha torcida) e eu sempre passava pra dar uma lida no blog dela. No mais, só ficava no BBB Lua. E em 2004, a gente vivia reclamando que as melhores cenas do Dourado não iam pra TV, assim como os chocalhos de cobra só pra Marcela eram injustos. Os fãs da Juliana riam e diziam que isso era choro de perdedor, que a Marcela não valia nada mesmo e que o Dourado era um grosso. E na final engoliram uma manipulação ferrenha pra fazer a come-dorme receber o prêmio, que era ainda meio milhão.
No BBB5 o descaramento do Boninho atingiu o auge, e o que ele fez com aquele grupo de pessoas em benefício do Jean Wyllysysyyys foi de enojar. E foi tão pesado que a gente viu, nos bbb’s seguintes, o resultado daquela merda toda, onde só santos e pessoas de coração bão eram exaltados. Mas enfim: Gê, PA, Thaty Rio, Karlinha, Alan… eram pessoas divertidíssimas, que me faziam rir à vera. Mas a edição foi feita de tal forma que eles viraram inimigos públicos nº1. A Pink era uma sujeita insuportável com seus xiliques e não-me-toques, mas só foram expôr isso quando ela finalmente foi vista como páreo a tirar o prêmio do Wyllysysyyys. Mas pros fãs do gênio incompreendido, o baiano alto astral, o professor de botequim, a alma mais pura jamais vista (até o BBB7), tudo o que a gente reclamava era choro de perdedor.
No BBB6 o público pagou caro pelo que foi feito com os participantes na edição anterior. Excessos de reza, anti-jogo, o primeiro suGYSmundo do BBB em forma de frei, e a manipulação descarada pra tirar da casa a sujeita que ousou ir contra a novelinha do Boninho, desfazendo o casal perfeito Saullo e Mariana. A elimnação da Roberta, na época, foi uma das mais tristes e injustas que eu presenciei, e selou de vez o final daquele BBB que acabou sendo salvo no final pelo Rafael PoliValente. E adivinha o que os fãs da Mariana diziam? É, pois é, choro de perdedor. Riram tanto que tiveram que engolir o Boninho no final usando todo o arsenal que ele tinha contra a Pescadora de Homens pra premiar a sonâmbula Mara.
No BBB7 tentaram reeditar a Tropa de Choque. Alberto, Airton e Cobra eram fuzilados por globais, midia, edição… tudo isso pra proteger a flor de formosura, a alma – agora sim – mais pura que apareceu no BBB, a porta, anta, protagonista do amor tórrido sem beijo. Bial chegava ao cúmulo de ser grosseiro com todos os que se indispunham com a sua Sirizinha, como se fosse um pecado de morte ser contra ela.
Mas, que isso, né? Maior choro de perdedor… a Globo é isenta, não manipula nada nem ninguém, o seu escolhido é que não faz por onde.
Curiosamente, a grande maioria dos fãs da Gyselle hoje foram fãs da Juliana, da Mariana, do Jean (& cia), e da Sirizinha. E agora me digam: posso saber do que estão chorando? A Globo anda mostrando mais do que deve, é? Anda pegando pesado com sua favorita, é?
Que judiação, meu Deus… tadinha, nem merece, afinal ela não faz NADA pra ser execrada.
Pois é. Os “perdedores” vem chorando há no mínimo quatro edições sobre o modo Boninho de dirigir seu reality show. Vocês só acordaram agora, porque ele atingiu o favorito de vocês. Não riram antes? Riam agora também. Mas lembrem que ri melhor quem ri por último, e quem ri por último é sempre o sádico do Boninho.
E lá se foi a Nathy
E com a “Diva”, novamente, a minha esperança de um BBB justo.

Sim, porque BBB pra mim nunca foi “Porta da Esperança”, aquele lugar onde você premia o mais “sufrido”, o mais “de coração bão”. E, principalmente, não é o lugar pra se premiar o que mais se esconde.
Não posso reclamar demais porque não votei nesse paredão. Mesmo simpatizando com a Nathy desde o inicio do programa, não animei em parar e votar pra ela ficar. Simplesmente, deixei o povo se matar e torci pra que, finalmente esse ano, o povo aprendesse a votar.
Mas qual o que? Se já estamos na oitava edição e Cidas e Maras já foram premiadas, porque não uma Gyselle, não é mesmo?
Hoje eu fui chamada de “odiadora da Gyselle”. E achei engraçado porque pra você odiar alguém, esse alguém tem que fazer por onde. Se uma pessoa é nula (em matéria de diversão e emoção), como odiar? Gy só me fez sentir algo uma vez – uma única vez em três meses – nesse programa: quando achou que sairia no paredão contra Thaty Bione. O choro sentido da moça foi bonito de ver. Mas sua trajetória no programa foi nula. Totalmente apagada, e isso tudo por opção dela, que preferiu se esconder pra não cair em contradição a nos mostrar quem é realmente Gyselle Soares.
Por isso hoje, minha torcida foi pra Nathália. Naty era uma moça bajuladora, puxa saco, desbocada, sem noção, cachorra, mas extremamente verdadeira. Não se furtou um minuto sequer de viver o programa. Em um programa de convivência, fez questão de conviver com todo mundo – chegando a brigar com o namorado quando esse tentou impedi-la de falar com Dr. Jekyl. Chorou, brigou, fez complô e não roeu a corda, amou, se esfregou, riu, cantou, dançou, emocionou. Em um elenco fraco de emoção, de diversão, de jogatina, Nathy foi o destaque.
O que dizer de alguém que fala, em sua saída: “Eu tô feliz! A diferença foi pouca, o povo gosta de mim…”
Gosta sim, Nathy! Boa sorte onde você for.
E agora, na final, a Gyselle ganha. Porque o meu tremendo pé-frio pra jogadores de BBB está torcendo pro Rafinha. Vamos ver se a bunda virada pra lua dele anula o meu pé de iceberg.
Então, né…
Existe alguma coisa mais estranha do que começar um blog falando sobre BBB no primeiro dos últimos dias do programa? Bem, até existe, mas deixa pra lá.
Hoje eu acabei me sentindo meio frustrada. Frustrada porque eu gosto de comentar sobre o BBB, trocar idéias, torcidas, falar a respeito do programa. Nem que seja pra reclamar de um, ou elogiar o outro. Mas a truculência existente esse ano foi pra acabar com qualquer boa vontade. A coisa funciona assim: se o blog “A” é de alguém torcedora da fulana “A”, então você que é torcedora da fulana “B” não é bem vindo a comentar ali. Mesmo que você visite ali todos os dias.
Já que eu tenho que falar comigo mesma, então… abro o meu. Aqui eu posso falar comigo mesma, sem ter que ficar pedindo permissão pra ter favoritos ou não.
Agora… porque “na noite”?
Você conhece a expressão “Quem é você na noite?” É mais ou menos assim: sujeito chega falando com você a respeito de algo, e você nem sabe quem é o sujeito. Chegou na janelinha, sentou e quis dar palpite.
Tem expressão que define melhor esse blog, e o momento no qual ele surge? Acho que não, né?